"Portanto, ficai vigiando, pois não sabeis qual será o dia nem a hora."
Mt 25,13 (32 TC-Ano A)
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Padroeiro

SÃO SEBASTIÃO: SOLDADO E MÁRTIR

São Sebastião viveu no século III. Era milanês de nascimento e capitão da guarda pretoriana em uma época onde a perseguição aos cristãos era comandada com fúria intensa pelo imperador romano Diocleciano. O Cristianismo ainda estava em seus começos, a Igreja vivia escondida em catacumbas, fugindo das perseguições do Império Romano. Quando se converteu à fé cristã, Sebastião recusou-se, em nome de sua fé, a prestar culto ao Imperador, como todos os seus companheiros e companheiras. Os cristãos recusavam-se a prestar culto ao Imperador Romano porque acreditavam e proclamavam que só existe um Deus, o Pai de Nosso Senhor Jesus Cristo.

Sebastião, porém, apesar de cristão, gozava da amizade do imperador e aproveitava-se disso para, às escondidas, converter os soldados e prisioneiros exercendo intensa atividade apostólica. Quando o imperador descobriu suas atividades, sentiu-se profundamente traído e, irado, mandou que matassem Sebastião a flechadas. Conta-se que, apesar de bastante ferido, o santo não morreu, tendo sido socorrido pela viúva Irene (cujo nome em grego significa “paz”) - que também viria a ser santa - a qual cuidou de seus ferimentos até que ele ficasse totalmente recuperado.

O santo, então, voltou às suas atividades apostólicas e, corajosamente, compareceu diante do imperador para denunciar suas crueldades. Diocleciano, sentindo-se extremamente ultrajado com a atitude de Sebastião, ordenou que seus soldados o espancassem até à morte, da qual, desta vez, ele não conseguiu escapar.

Sebastião é popularmente conhecido como protetor contra epidemias, pois, dos registros de sua canonização, constam relatos sobre pedidos feitos ao santo para livrar diversas regiões na Europa assoladas por doenças contagiosas - que desapareceram após as orações do povo.

Na história do Cristianismo, há incalculáveis exemplos de homens e mulheres que, como Sebastião, deram a vida pela fidelidade a Jesus Cristo e à fé em sua pessoa. E não apenas nos tempos da Igreja Primitiva, mas também hoje, encontramos estas testemunhas que iluminam o caminho e vão ser causa da conversão de muitos outros. Muitos descobriram a fé por causa do martírio de Sebastião. O martírio que ceifa vidas humanas por causa da fé em Jesus Cristo, na verdade, não atrofia nem diminui o cristianismo, mas faz crescer e fortalecer-se o número de seus adeptos. É por isso que Tertuliano, um escritor da Antiguidade, dizia: “Sangue de mártires, semente de cristãos”. Sebastião, nosso padroeiro, foi um destes que derramou seu sangue e semeou mais cristãos sobre a terra.

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